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dc.creatorCunha, Eliaquim Timóteo da-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1534109432111069eng
dc.contributor.advisor1Oliveira Filho, João Pacheco de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3524115532897588eng
dc.contributor.referee1Moser, Lilian Maria-
dc.contributor.referee2Ortolan, Maria Helena-
dc.contributor.referee3Silva, Raimundo Nonato Pereira da-
dc.contributor.referee4Menezes, Thereza Cristina Cardoso-
dc.date.issued2024-02-06-
dc.identifier.citationCUNHA, Eliaquim Timóteo da. O fetichismo da fronteira: a formação de Rondônia na Amazônia brasileira. 2024. 343 f. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus (AM), 2024.eng
dc.identifier.urihttps://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10305-
dc.description.resumoEsta pesquisa tem como objeto de estudo o processo de formação de Rondônia, destacando as representações de fronteiras e de colonizações utilizadas desde as colônias portuguesas em confronto com as espanholas, passando pelas missões católicas, mineração, postos indígenas tutelados pelo SPI, até chegar à colonização do INCRA, um tipo de tutela da reforma agrária. Paralelamente, houve demarcações de Terras Indígenas e a chegada de projetos que propunham melhorias e ordenamentos das ocupações e usos das matérias-primas, acompanhando novas concepções capitalistas que introduzem as ideias de desenvolvimento, controlando assim os “avanços desenfreados” da “colonização recente”. O estudo prioriza duas grandes “zonas de fronteira”. A primeira é fluvial, formada pelos rios Guaporé, Mamoré, Madeira e seus afluentes. A outra é terrestre e diz respeito ao acesso entre o centro-oeste e o Amazonas por meio da estrada iniciada pela Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas de Mato Grosso ao Amazonas (1906 a 1909), que foi referência para a construção da estrada de rodagem BR 29, atual BR 364. Na literatura acadêmica sobre o tema, é comum encontrar representações dessa conjuntura, denominando-a como “colonização recente”, também chamada de “fronteira agrícola” pelas políticas públicas, tendo a BR 364 como referência para os Projetos de Incentivo à Colonização. Em um cenário mais amplo, esse processo, além de Rondônia, alcançou Mato Grosso e Pará, sendo chamado de “frente de expansão”. Nessa nova “zona de fronteira”, além da mineração, duas agências se destacaram nesse processo: a FUNAI e o INCRA. Criadas entre o final da década de 1960 e início da década de 1970, elas foram designadas para serem especialistas em demarcação de territórios e exploração de seus recursos, com controle da ocupação e circulação de populações específicas, como, por exemplo, famílias agricultoras e povos indígenas. O fetichismo da fronteira é um instrumento de dominação, pois, em conjunturas nas quais a fronteira é tratada exclusivamente como um elemento natural e território disponível à ocupação, ocultam-se as relações sociais, os conflitos e a exploração da mão de obra usados nesse processo. Desta forma, a pesquisa demonstra que o fetichismo da fronteira é formado pelas interseções entre o capitalismo, a violência e a representação social que dá sustentação à colonização.eng
dc.description.abstractThis research focuses on the process of the formation of Rondônia, highlighting the representations of frontiers and colonization used since the Portuguese colonies in confrontation with the Spanish ones, through Catholic missions, mining, indigenous posts tutored by SPI, up to the colonization by INCRA, a type of agrarian reform tutelage. Parallel to this, there were demarcations of Indigenous Lands and the arrival of projects that proposed improvements and regulations for occupations and the use of raw materials, following new capitalist concepts that introduced development ideas, thus controlling the "unchecked advances" of the “recent colonization”. The study prioritizes two major “frontier zones”. The first is fluvial, formed by the Guaporé, Mamoré, Madeira rivers, and their tributaries. The other is terrestrial and concerns the access between the Midwest and the Amazon through the road initiated by the Strategic Telegraph Lines Commission from Mato Grosso to the Amazon (1906 to 1909), which was a reference for the construction of the BR 29 highway, currently BR 364. In the academic literature on the subject, it is common to find representations of this conjuncture, denominating it as “recent colonization”, also called “agricultural frontier” by public policies, having the BR 364 as a reference for Colonization Incentive Projects. In a broader scenario, this process, besides Rondônia, also reached Mato Grosso and Pará, being called the “expansion front”. In this new "frontier zone," besides mining, two agencies stood out in this process: FUNAI and INCRA. Created between the late 1960s and early 1970s, they were designated to be specialists in territory demarcation and resource exploitation, with control over the occupation and circulation of specific populations, such as farming families and indigenous peoples. The fetishism of the frontier is an instrument of domination, as in situations where the frontier is treated exclusively as a natural element and territory available for occupation, the social relations, conflicts, and labor exploitation used in this process are concealed. Thus, the research demonstrates that the fetishism of the frontier is formed by the intersections between capitalism, violence, and the social representation that supports colonization.eng
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superioreng
dc.formatapplication/pdf*
dc.thumbnail.urlhttps://tede.ufam.edu.br/retrieve/76942/DISS_EliaquimCunha_PPGAS.jpg*
dc.languageporeng
dc.publisherUniversidade Federal do Amazonaseng
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociaiseng
dc.publisher.countryBrasileng
dc.publisher.initialsUFAMeng
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Antropologia Socialeng
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/por
dc.subject.por
dc.subject.por
dc.subject.por
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS: ANTROPOLOGIAeng
dc.subject.cnpqAntropologiaeng
dc.titleO Fetichismo da Fronteira: a formação de Rondônia na Amazônia brasileiraeng
dc.title.alternativeThe Fetishism of the Frontier: The Formation of Rondônia in the Brazilian Amazoneng
dc.typeTeseeng
dc.contributor.advisor1orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2485-2147eng
dc.creator.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1674-5261eng
dc.subject.userAmazôniapor
dc.subject.userColonizaçãopor
dc.subject.userFetichismopor
dc.subject.userFronteirapor
dc.subject.userRondôniapor
Appears in Collections:Doutorado em Antropologia Social

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