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Please use this identifier to cite or link to this item: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/5648
Tipo do documento: Dissertação
Título: Bahsamori: o tempo, as estações e as etiquetas sociais dos Yepamahsã (Tukano)
Autor: Maia, Gabriel Sodré 
Primeiro orientador: Santos, Gilton Mendes dos
Resumo: Esta dissertação trata-se sobre o Bahsamori, que faz parte do tripé do conhecimento dos Yepamahsã, Ukũse kihti, Bahsese e Bahsamori. Cada uma delas possui vasta literatura, e para ser um dos conhecedores do tripé do ukũse Tukamo, os Yepamahsã vem acompanhando desde a concepção e orientando os seus filhos visando que sejam especialistas em cada uma delas. Por isso que, em uma comunidade os velhos conhecedores são Kumu, Yai e Baya. O trio é considerado o alicerce de uma comunidade. O trio de especialista são conhecedores e usam o bahsese e trabalha cotidianamente visando o bem estar da comunidade, uma delas é visitar as famílias, caso encontrem alguém que esteja doente, o especialista lança mão de bahsese. O escopo do Bahsamori é mostrar qual a relevância que o velho conhecedor, o Baya, possui para conduzir uma comunidade. Este por sua vez foi amaneirado desde a sua infância e na juventude treinado para conhecer a astronomia tukana. Portanto, conhecer a astronomia faz parte do Baya orientar todos os afazeres do cotidiano dos Yepamahsã. A cada estação sempre é conhecida por meio de bioindicadores, e o Baya por sua vez a partir destes bioindicadores orienta os seus comunitários para o trabalho do roçado da construção de armadilhas de pesca e de caça, e também da pesca de piracema e por fim para celebrar todo acontecimento promove o póose, ou seja, o dabucuri, com seus parentes e vizinho próximos, que são seus cunhados e sogro. Para assimilar esta dissertação esta dividida em Introdução dois capítulos e consideração final. O que mais contribuiu para construção desta dissertação foram os mitos, porque quando se trata do conhecimento dos Yepamahsã, os mitos são de suma importância e o bahsamori esta inserido nos mitos. No entanto a pesquisa sobre o Bahsamori possibilitou que o conhecimento dos Yepamahsã continua vigorando cada vez mais. Muitos acreditavam que, com a chegada do calendário cristão por meio dos primeiros missionários, a vida pacata dos Yepamahsã tinha sido trave de olvidamento do Bahsamori. Contudo encontra-se sobre a responsabilidade de alguns velhos conhecedores, que por sua vez para manter o conhecimento usam a escrita espontaneamente.
Abstract: This dissertation is about the Bahsamori, which is part of the knowledge tripod of the Yepamahsã, Ukũse kihti, Bahsese and Bahsamori. Each of them has a vast literature, and to be one of the connoisseurs of the Tukamo ukũse tripod, the Yepamahsã have been following from the conception and guiding their children so that they are experts in each one of them. That's why in a community the old connoisseurs are Kumu, Yai and Baya. The trio is considered the foundation of a community. The trio of specialists are knowledgeable and use the bahsese and works daily for the welfare of the community, one of them is to visit the families, if they find someone who is sick, the expert uses bahsese. The scope of the Bahsamori is to show what relevance the old knower, the Baya, has to lead a community. This in turn has been ruled from his childhood and in the youth trained to know the tukana astronomy. Therefore, to know astronomy is part of the Baya guide all the chores of the daily Yepamahsã. Each station is always known by means of bioindicators, and Baya, in turn, from these bioindicators guides its community members to work on the development of fishing traps and hunting traps, as well as fishing for piracema and, finally, Celebrating every event promotes the dust, that is, the dabucuri, with his close relatives and neighbors, who are his brother-in-law and father-in-law. To assimilate this dissertation is divided in Introduction two chapters and final consideration. What most contributed to the construction of this dissertation were the myths, because when it comes to the knowledge of the Yepamahsã, the myths are of paramount importance and the bahsamori is inserted in the myths. However the research on the Bahsamori made it possible for the knowledge of the Yepamahsã to continue to prevail. Many believed that with the arrival of the Christian calendar through the early missionaries, the peaceful life of the Yepamahsã had been a wake of forgetting Bahsamori. However it lies on the responsibility of some old connoisseurs, who in turn to maintain the knowledge use the writing spontaneously.
Palavras-chave: Etnia Yepamahsã
Cotidiano dos Yepamahsã
Cultura indígena
Bioindicadores
Área(s) do CNPq: CIÊNCIAS HUMANAS: ANTROPOLOGIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal do Amazonas
Sigla da instituição: UFAM
Departamento: Museu Amazônico
Programa: Programa de Pós-graduação em Antropologia Social
Citação: MAIA, Gabriel Sodré. Bahsamori: o tempo, as estações e as etiquetas sociais dos Yepamahsã (Tukano). 2016. 124 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2016.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://tede.ufam.edu.br/handle/tede/5648
Data de defesa: 9-Dec-2016
Appears in Collections:Mestrado em Antropologia Social

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